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Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (www.nelore.org.br)

Tocantins: O caçula que nasceu grande

Revista ABCZ nº63 julho – agosto • 2011

Pelo Brasil – Tocantins

Em um país de dimensões continentais, tudo começa grande, inclusive o mais novo dos Estados da nação. Aquele que corre para recuperar – e está conseguindo – o tempo em que ficou à sombra de um território que se desenvolveu mais ao sul. Tocantins, pouco menor que o Equador, maior que a Nova Zelândia, surgiu da preocupação do povo do norte de Goiás com o subdesenvolvimento, em função de Goiânia, a capital, estar mais ao sul e também próxima de Brasília, a nova Capital Federal. Ao invés de buscar olhares de Goiás, a região resolveu se emancipar. Por 38 anos, contando a partir de 1.950, foi muita luta, articulação política e apresentação de projetos, até que em outubro de 1.988 desabrochou no Pavilhão Nacional em forma de estrela o girassol que representa até hoje o Estado do Tocantins, instaurado oficialmente em janeiro de 1.989 como o nono maior Estado brasileiro.

O norte de Goiás ganhava vida e nome próprios, com 44% da área do antigo Estado, 139 municípios espalhados por 277,3 mil km² e povoados com 1,38 milhão de habitantes. Uma economia pautada no agronegócio em suas oito microrregiões de cerrado, campos limpos, florestas equatorial e tropical com estações bem definidas, pluviosidade de até 2.000 mm/ano e riqueza vegetal onde se destacam madeiras-de-lei e o babaçu, do qual o Tocantins é o terceiro maior produtor do país. Tudo isso banhado por rios de relevância na bacia local, a lembrar: Araguaia, Tocantins, Javaés, Maranhão, entre outros.

Desenvolvimento

O caminho do desenvolvimento apareceu com a maior aptidão do novo Estado: abrir fronteiras agrícolas que atraíssem o maior número de investidores possível, através de facilidades fiscais. As terras então “esquecidas” de outrora se tornaram agricultáveis e hoje a economia é pautada em agroexportações. Cada governo que assume, como foi o último caso do governador José Wilson Siqueira Campos, que está em seu quarto mandato, promete e consegue cumprir o plano de desenvolvimento rural como base da economia crescente. Nesse cenário, a soja, com 89% de domínio no êxodo agrícola, e a carne bovina, na pecuária, lideram as estatísticas. Metade do território tem vocação agrícola. Da área total do Estado, que beira os 28 milhões de hectares, 7,5 milhões de hectares são pastagens ocupadas por 8 milhões de cabeças de gado e 600 mil hectares formam as lavouras tocantinenses. Resta ainda 7 milhões de hectares a serem explorados. E o campo é o caminho do crescimento. A cana-de-açúcar vai ocupar boa parte dessa área, já que no estudo “Rota do Álcool” do governo do Estado existe a projeção para os próximos dez anos de instalação de 24 usinas de etanol (600 mil hectares) e 20 usinas de biodiesel (200 mil hectares).

Desde já se observa recordes batidos este ano na produção agrícola. A Secretaria de Agricultura do Estado (Seagro) divulgou crescimento de 13,3% na produção de grãos em relação à safra passada, atingindo 2,1 milhões de toneladas, dos quais praticamente a metade é soja, com destaque também para o milho. Números que crescem em área plantada e produtividade (a soja rende 3.100 kg/ha), tornando o Tocantins responsável por 46% da produção de grãos da região Norte do Brasil. Segundo agrônomos da Seagro, os fatores favoráveis aos últimos índices de crescimento foram preços estáveis, utilização de insumos e adubos mais bem planejada, sementes certificadas, clima favorável e melhoria do solo com o desenvolvimento agrícola do Estado. Isso tudo caminha com a forte vocação também pecuária de todo o Tocantins, que tem apresentado uma produtividade exemplar.

Modernidade

O Tocantins completou em maio 14 anos sem a febre aftosa, resultado de um índice de 99,52% de imunização do seu rebanho, que hoje está em 7.982.351 cabeças, segundo último censo da Agência de Defesa Agropecuária, Adapec. “Conquistamos a liberação de trânsito na extinta Zona Tampão depois de 11 anos lutando para termos uma unificação sanitária no Estado. Além disso, a arroba do boi subiu 25% e a emissão de GTA em alguns municípios superou 100% no comparativo de janeiro a março do ano passado”, escreveu no site da agência o presidente da Adapec, Geraldino Ferreira Paz. Detalhe, o Tocantins continua sua marcha com modernidade, já que as GTAs hoje são emitidas eletronicamente.

O resultado é que a pecuária evoluiu demais, com qualidade, valor agregado, responsabilidade ambiental e social, além de produtividade. Para se ter uma ideia, em janeiro de 2011 a produção de carne superou 1,6 milhão de quilos com o abate de 9,6 mil animais, números que ajudarão a suplantar este ano o total de 126 mil animais abatidos em 2010 (21,3 milhões de quilos de carne produzidos).

Fruto de investimentos bem feitos em genética e em todas as ferramentas disponíveis para consolidar no mais novo membro da nação o melhoramento genético já verificado nessas terras.

Melhoramento

A ABCZ tem dois ETRs (Escritório Técnico Regional) no Estado e acompanha de perto essa evolução. Luiz Fernando de Paula Salim, responsável pelo ETR de Palmas (o outro fica em Araguaína), informa que dos 8 milhões de animais a predominância é da raça nelore, sendo que 3 milhões são matrizes com mais de 36 meses, reforçando a produção de bezerros, ainda que em diversas regiões do Estado se faça recria e terminação.

Com base no banco de dados da ABCZ, 90% dos 35 mil registros genealógicos realizados no Tocantins são de nelore, 6% de tabapuã, como o criado pelo Grupo Terra Grande, em Paraíso do Tocantins, oeste do Estado, e 2% da raça gir. Também o brahman vem mostrando resultados como o do criatório de Rubiquinho Carvalho, em Miranorte, também a oeste.

Segundo Salim, a melhoria das condições de comercialização gerada pela Ferrovia Norte-Sul e o eixo Leste-Oeste permitiu o segundo boom de crescimento da região – o primeiro foi a própria criação do Estado do Tocantins, em 1988. “Essa condição fortalecerá ainda mais a demanda por animais mais produtivos, que proporcionem melhores taxas de desfrute na pecuária”, entende o técnico da ABCZ.

Segundo ele, o IQG (Índice de Qualificação Genética) da ABCZ no Tocantins, além de funcionar como critério de seleção porteira adentro, também é critério de comercialização fora da propriedade. “Nos leilões, os lotes mais valorizados são justamente aqueles com melhor avaliação genética”, atesta.

Seja em Gurupi, Aparecida do Rio Negro, Divinópolis, Araguaína ou qualquer outra praça pecuária, a manchete de toda criação no Tocantins é pasto. Apesar de as exposições revelarem referência genética internamente no Estado, o fruto de cada animal julgado precisa se revelar no campo. “Esse é um dos aspectos principais por aqui, todo mundo está aderindo aos programas de melhoramento genético em busca de produtividade”, completa.

Números

Hoje são muitos os pecuaristas que se utilizam da ferramenta números para atingir resultados econômicos. Um dos primeiros foi Epaminondas de Andrade, que seleciona nelore a pasto há mais de 30 anos na Fazenda Vale do Boi, em Carmolândia, norte do Estado. Ele introduziu em Tocantins o Controle de Desenvolvimento Ponderal e inaugurou em 1997 as provas de ganho de peso que incrementaram o sistema de avaliação entre os colegas locais. Ganhou algumas provas do Circuito Boi Verde, da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), e descobriu que não havia outro caminho a seguir na pecuária a não ser o de resultados. E com uma raça que dispensa justificativas para isso.

“Descobri logo no começo desse trabalho de 40 anos de pecuária que o nelore é uma raça para se produzir industrialmente”, conta. Daí começaram os estudos para tornar isso viável.

Misturando isso tudo com a estratégia de diversificar os tipos de capim oferecido ao gado nas pastagens bem irrigadas em climas bem definidos que o Tocantins proporciona naturalmente, fica fácil entender como a Fazenda Vale do Boi conseguiu se destacar na produção de tantos animais melhoradores.

Epaminondas de Andrade foi o primeiro a vender touros com exame andrológico, o que resultou em credibilidade no mercado local. Resultado: mais de 2 mil reprodutores vendidos para Tocantins e os vizinhos de Maranhão e Pará.

Os certificados que já recebeu do Sebrae e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por causa desse pioneirismo e excelência só atestam os vários touros que a empresa já colocou em centrais de inseminação artificial pelo Brasil.

http://issuu.com/revista_abcz/docs/abcz_63

Circuito Boi Verde apresenta crescimento no 1º semestre de 2010

Somente na primeira metade de 2010, o Circuito Boi Verde de Julgamento de Carcaças já ultrapassa a marca de 4,6 mil animais avaliados em seis estados e prevê superar os próprios recordes das edições anteriores.

Ontem, uma empreitada pioneira, hoje, uma importante ferramenta para o produtor avaliar a sua eficiência de atendimento dos padrões demandados pelo mercado e de auxílio para a busca de melhor rentabilidade. Assim pode ser definido o Circuito Boi Verde de Julgamento de Carcaças, lançado pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) em 1999. Configurado sob a forma de campeonato, a avaliação dos animais participantes tem sido utilizada como ferramenta pedagógica e indicativa das condições do rebanho nacional e das peculiaridades de cada região, visando dar subsídios para uma produção eficiente e rentável. No decorrer do tempo o campeonato ganhou força, visibilidade e respeito, sempre contando com a participação de quem realmente confia em sua proposta: os pecuaristas.

O Circuito Boi Verde já está em sua 8ª edição e no primeiro semestre deste ano apresentou um crescimento significativo. Nas nove etapas realizadas em seis estados brasileiros (ES, GO, MG, MS, MT e TO) e no Paraguai, foi registrada a participação de 4.602 animais de 93 pecuaristas (veja Box). Um número que exibe a importância do evento por todo o país e no exterior. Para este ano estão previstas mais nove etapas, com a inclusão de mais três estados. Abaixo, veja as etapas já realizadas em 2010.

Os resultados de 2010 são as primeiras mostras de como o ano está sendo positivo para o campeonato e a evolução da qualidade dos animais participantes é fruto do trabalho dos pecuaristas ao longo dos anos. O interesse dos pecuaristas em produzir carne com qualidade e que atendam o desejo do consumidor final também contribui para o sucesso da iniciativa. “Orientar os pecuaristas ao caminho certo, promover a busca pela qualidade da carne, tornar a produção mais efetiva, rápida e lucrativa. Esses são os desafios que nos propomos a vencer com o Circuito Boi Verde”, assinala Felipe Picciani, presidente da ACNB.

Uma das provas do crescimento da participação em 2010 aconteceu na etapa de Paranatinga (MT). O evento registrou um crescimento de 150% no número de animais em relação à etapa do ano passado (749 contra 298 em 2009). “A procura pelo evento aumentou muito, assim como a qualidade do gado também. Recebemos animais mais novos e com melhor acabamento de carcaça”, afirma Francisco da Silva Rondon Neto, comprador de gado do Frigorífico Marfrig, da unidade de Paranatinga.

Na opinião de Doncélio Guimarães, vencedor da etapa realizada em Araguaína (TO), o Circuito “é considerado importante por mostrar ao mercado a qualidade do nosso gado, que é criado totalmente a pasto”. Já para o pecuarista Epaminondas Andrade, proprietário da Fazenda Vale do Boi (Carmolânida/TO) e há muitos anos associado da ACNB, o campeonato tem um ponto forte. “Além de reunir os pecuaristas, temos a oportunidade de acompanhar de perto o julgamento in vivo, o abate técnico e recebermos orientações sobre como produzir carne com qualidade para atender a demanda do setor”, endossa.

Para a Nelore do Brasil crescer em quantidade é uma grande conquista, mas a qualidade está acima de qualquer critério e a cada etapa os competidores se mostram mais satisfeitos com o nível dos animais. André Bartocci, membro do Conselho Deliberativo da Nelore do Brasil e participante do Circuito Boi Verde desde 2003, esteve presente na etapa de Bataguassu (MS) e afirmou que as carcaças apresentadas tinham bom acabamento, eram precoces e estavam com pesos padronizados. “Sem dúvida, cada etapa é uma amostragem da eficiente, sustentável e moderna pecuária de pasto brasileira”, conclui.

Na ocasião a Fazenda Araçatuba (Anaurilandia/MS) foi a campeã e de acordo com Antonio de Freitas de Andrade, gerente responsável pelos abates da fazenda, o motivo da vitória é que há 20 anos a propriedade trabalha com seleção de matrizes e touros da raça Nelore, escolhendo sempre os melhores exemplares para alcançar precocidade, peso e bons índices de cobertura de gordura. “Antes de aplicarmos a seleção genética no rebanho de corte, os animais eram abatidos com cinco anos, hoje abatemos com 36 meses”, afirma Andrade.

Outra finalidade do campeonato é apresentar para o mercado as características do Nelore para produção de carne de qualidade. Fábio Porto, presidente da Associação Goiana do Nelore – AGN foi o vencedor da etapa de Anápolis (GO) e segundo ele, os resultados do campeonato comprovam o excelente desempenho da raça em relação à conversão alimentar, ganho de peso e rendimento de carcaça. “As ações de fomento da Nelore do Brasil, entre elas o Circuito Boi Verde, são de grande importância para o setor, pois incentivam o pecuarista a produzir com maior rapidez animais padronizados”, declara.

“O campeonato cumpre sua função de analisar as diferentes realidades brasileiras e classificar os melhores desempenhos do Nelore nos diversos estados e orienta os produtores sobre a importância dos lotes padronizados, em relação à raça, sexo, idade, peso e acabamento”, afirma Guilherme Alves, coordenador do Circuito Boi Verde e gerente de produto da ACNB. “Os animais que conquistam as melhores pontuações apresentam até quatro dentes incisivos permanentes (abaixo de 36 meses), peso entre 17 e 20 arrobas e cobertura de gordura de 3-6 mm de espessura sobre o contra filé”, completa Alves.

Fazendas vencedoras

Em 2010, oito fazendas sagraram-se vencedoras nas nove etapas realizadas, confira:

Parcerias

Nas etapas de 2010, o Circuito do Boi Verde contou com a participação de seis associações regionais da Rede Nacional Nelore. São elas: a Associação Capixaba dos Criadores de Nelore (ACCN), a Associação Sul-Mato-Grossense dos Criadores de Nelore (ASCN), a Associação dos Criadores de Nelore do Mato Grosso (ACNMT), a Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT), a Associação Goiana do Nelore (AGN), a Associação Mineira dos Criadores de Nelore (AMCN), além da Asociación Paraguaya de Criadores de Nelore (APCN).

A iniciativa também contou com os apoios da Coopers Saúde Animal, Dow AgroSciences, Riviera Tecnologia e Revista Dinheiro Rural, e dos frigoríficos Independência, Cooperfrigu, Minerva, Frisa, Marfrig, JBS Friboi e Frigomerc.

Campeonato mostra o potencial da raça Nelore em números

Desde o início dos abates técnicos, a ACNB já avaliou o total de 73.409 animais em dez estados (AC, ES, GO, MG, MS, MT, PR, RO, SP e TO). Os resultados mostram que: 66,7% destes animais apresentaram no momento do abate até quatro dentes incisivos permanentes, ou seja, se classificariam como novilho precoce, sendo que em determinadas regiões do país este índice chegou a mais de 80%. Outro índice alcançado foi que 90,7% dos animais apresentaram-se com peso acima de 16 arrobas, sendo a sua maioria com mais de 18 arrobas. No quesito terminação de carcaça, mais de 58,4% dos animais se apresentaram com gordura entre mediana ou uniforme, ou seja, de acordo com a demanda do mercado.

Estes dados validam o potencial da raça Nelore como produtora de carne em quantidade e qualidade, permitindo aos produtores praticar uma pecuária de ciclo curto, eficiente e sustentável.

http://beefworld.com.br/noticias/post/circuito-boi-verde-apresenta-crescimento-no-1-semestre-de-2010

Nelore Brasil: Shopping anual da Fazenda Vale do Boi atrai criadores de várias regiões

Melhoramento genético é a palavra-chave na Fazenda Vale do Boi. Epaminondas de Andrade comercializa matrizes e reprodutores Nelore a mais de 30 anos , todos classificados pelo PMGZ.

A propriedade realiza anualmente um shopping oficializado pela ACNB (Associação dos Criadores de Nelore do Brasil). É a mair venda de animais avaliados do estado do Tocantins.

Ha cinco anos a fazenda Vale do Boi adotou o sistema de shopping para a venda de reprodutores e matrizes Nelore. Um trabalho diferenciado onde o pecuarista vem até a fazenda, escolhe o produto com avaliação genética e leva a preços fixos e parcelados .

“O que mais tem chamado a atenção é o reconhecimento que o nosso trabalho tem tido. A qualidade e a padronização dos animais tem chamado a atenção dos nossos clientes.” destaca Ricardo José de Andrade, zootecnista e gerente da fazenda.

Na quinta edição a Vale do Boi apresenta animais com consistência genética, precocidade e fertilidade. Criadores de várias regiões procuram os produtos do Sr. Epaminondas. Mais da metade dos reprodutores são 0,1%, 0,5% e 1% no IQG, além de candidatos a CEP do PMGZ. Já as matrizes tem índices positivos e prenhezes confirmadas de reprodutores líderes de programas de melhoramento.

http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=11363205

Nelore Brasil: Fazenda Vale do Boi já participou de quatro etapas do Circuito Boi Verde

Com as experiência de quatro décadas na pecuária, Epaminondas de Andrade incentiva o uso da genética Nelore. Na Fazenda Vale do Boi ele produz e vende reprodutores e matrizes da raça. São 1.200 vacas PO produzindo totalmente a pasto. A comercialização gira em torno de 800 a 900 produtos por ano.

O pecuarista sabe da importância de participar de ações da ACNB (Associação dos Criadores de Nelore do Brasil), tanto que já foi até premiado por ter lotes “de peso” na hora do abate.

A Fazenda Vale do Boi, além de se dedicar à criação de Nelore PO, também participa do circuito Boi Verde. Já levou dois campeonatos em 2006 e os vice-campeonatos em 2007 e 2008. Os bons resultados no melhoramento genético garantiram carcaças de qualidade no frigorífico.

“Esta competição de qualidade de carcaça, é tudo o que mais gosto porque, coroa o meu trabalho. Mostra o que estou fazendo. Todos os companheiros que trabalham com Nelore tem que buscar participar destes concursos porque não é só ganhar um prêmio, é também uma lição profissional, é uma oportunidade para conhecer o que está faltando no nosso plantel.”, destaca Epaminondas de Andrade, pecuarista, proprietário da fazenda.

http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=11363072

Shopping anual da Fazenda Vale do Boi atrai criadores de várias regiões

Animais comercializados apresentam DEPs positivas para ganho de peso e precocidade de acabamento. Ótima oportunidade para criadores do Tocantins, Pará, Maranhão e Goiás adquirirem reprodutores e matrizes de alto valor genético.

Uma vez por ano, o nelorista Epaminondas de Andrade realiza um shopping na Vale do Boi. O evento é oficializado pela ACNB (Associação dos Criadores de Nelore do Brasil) e oferta animais do próprio criatório, com DEPs positivas para ganho de peso e precocidade de acabamento.

Melhoramento genético – essa é a palavra-chave na Fazenda Vale do Boi. Epaminondas de Andrade comercializa reprodutores e matrizes Nelore a mais de 30 anos, todos classificados pelo PMGZ (Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos).

A propriedade realiza anualmente um shopping oficializado pela ACNB. É a mair venda de animais avaliados do estado do Tocantins.

Ha cinco anos a fazenda Vale do Boi adotou o sistema de shopping para a venda de reprodutores e matrizes Nelore. Um trabalho diferenciado onde o pecuarista vem até a fazenda, escolhe o produto com avaliação genética e leva a preços fixos e parcelados.

“O que mais tem chamado a atenção é o reconhecimento que o nosso trabalho tem tido. A qualidade e a padronização dos animais tem chamado a atenção dos nossos clientes.” destaca Ricardo José de Andrade, zootecnista e gerente da fazenda.

Na quinta edição a Vale do Boi apresenta animais com consistência genética, precocidade e fertilidade. Criadores de várias regiões procuram os produtos do Sr. Epaminondas. Mais da metade dos reprodutores são 0,1%, 0,5% e 1% no IQG, além de candidatos a CEP do PMGZ. Já as matrizes tem índices positivos e prenhezes confirmadas de reprodutores líderes de programas de melhoramento.

http://www.youtube.com/v/bAcvnIreLnU

Fazenda Vale do Boi já participou de quatro etapas do Circuito Boi Verde

Bons resultados no melhoramento genético garantiram carcaças de qualidade no frigorífico.

A Fazenda Vale do Boi já participou quatro vezes do Circuito Boi Verde no Estado do Tocantins. Em 2006 fez o bicampeonato e este ano levou o terceiro lugar em Araguaína

Com as experiência de quatro décadas na pecuária, Epaminondas de Andrade incentiva o uso da genética Nelore. Na Fazenda Vale do Boi ele produz e vende reprodutores e matrizes da raça. São 1.200 vacas PO produzindo totalmente a pasto. A comercialização gira em torno de 800 a 900 produtos por ano.

O pecuarista sabe da importância de participar de ações da ACNB (Associação dos Criadores de Nelore do Brasil), tanto que já foi até premiado por ter lotes “de peso” na hora do abate.

A Fazenda Vale do Boi, além de se dedicar à criação de Nelore PO, também participa do circuito Boi Verde. Já levou dois campeonatos em 2006 e os vice-campeonatos em 2007 e 2008. Os bons resultados no melhoramento genético garantiram carcaças de qualidade no frigorífico.

“Esta competição de qualidade de carcaça, é tudo o que mais gosto porque, coroa o meu trabalho. Mostra o que estou fazendo. Todos os companheiros que trabalham com Nelore tem que buscar participar destes concursos porque não é só ganhar um prêmio, é também uma lição profissional, é uma oportunidade para conhecer o que está faltando no nosso plantel.”, destaca Epaminondas de Andrade, pecuarista, proprietário da fazenda.

http://www.youtube.com/v/Ot6CsYeaNxQ

Nelore Brasil: Assista a premiação da primeira etapa do Circuito Boi Verde 2010

A Fazenda Vale do Boi mais uma vez conquista posição destacada nas provas do circuito boi verde.

A primeira etapa do Circuito Boi Verde 2010 realizada no Tocantins foi um sucesso. A iniciativa contou com a participação conjunta da ACNB (Associação dos Criadores de Nelore do Brasil) com e da Nelore Tocantins.

Araguaína, no norte do Estados, teve 297 animais abatidos de 11 pecuaristas. 65% apresentaram até 4 dentes e 60% pesaram entre 16 e 20 arrobas.

O Resultado do Circuito Boi Verde empolgou tanto os participantes que já está marcada outra etapa, para o mês de Junho, durante a exposição de Araguaína.

O pecuarista Epaminondas de Andrade, da Fazenda Vale do Boi em Carmolândia, foi o terceiro colocado. Epaminondas já havia vencido duas etapas em 2006 e também levado o vice-campeonato em 2007 e 2008.

http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10907470

Nelore Brasil: Primeira etapa do Circuito Boi Verde 2010 foi um sucesso

O pecuarista Epaminondas de Andrade, da Fazenda Vale do Boi, em Carmolândia, que já havia vencido duas etapas em 2006 e também levado o vice-campeonato em 2007 e 2008, conquistou o terceiro lugar.

O Circuito Boi Verde é a única competição do gênero no Brasil que orienta os pecuaristas quanto ao parâmetros de maior liquidez comercial.

A oitava edição do Circuito Boi Verde teve início em Araguaína no Tocantins com abate de 297 animais de 11 pecuaristas. 65% apresentaram até 4 dentes e 60% pesaram entre 16 e 20 arrobas. A etapa contou com a participação Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins.

A participação conjunta com a ACNB rende frutos . Tanto que os participantes ficaram empolgados com o resultado e já marcaram mais uma etapa para Junho, durante a exposição de Araguaína. Outras etapas estão confirmadas em vários estados.

Em 2009 o Circuito Boi Verde de Julgamento de Carcaças realizou 14 etapas . O campeonato passo por diversos Estados do Brasil e até pelo Paraguai, contando com números expressivos. 127 pecuaristas participantes e 9.232 animais avaliados.

http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10929855

Carnes: ACNT empossa nova diretoria em tocantins

02/04 – 16:50 – Agência Safras

SAFRAS (02) – Em assembléia realizada no último mês, a Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT) empossou a nova diretoria da entidade. A cerimônia aconteceu na Federação da Agricultura e Pecuaria do Estado do Tocantins (FAET), em Palmas (TO), e confirmou o nome de Andreia Noleto de Souza Stival como nova presidente da ACNT.

Andreia é advogada e assume pela primeira vez a diretoria da ACNT. É criadora de gado Nelore comercial há mais de 20 anos e há cinco também cria Nelore PO. Segundo ela, a intenção da sua gestão é dar continuidade ao trabalho realizado pela anterior, além de desenvolver novas ações. “Queremos fortalecer as propostas da Nelore do Brasil no nosso Estado e intensificar as ações regionais”. Um das metas da nova diretora é oferecer, cursos e palestras para capacitação dos pecuaristas da região. “Precisamos trazer mais informação para os pecuaristas. Além disso, pretendo agregar novos associados ao atual quadro”, explica.
A ACNT, juntamente com outras 13 associações regionais e estaduais, é conveniada a Rede Nacional do Nelore, que visa desenvolver um trabalho de fomento e divulgação da raça Nelore de forma unificada. As informações partem da Assessoria de Imprensa da ACNT.
Confira abaixo a relação completa da nova diretoria da Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins: Presidente: Andrea Noleto de Souza Stival Diretor vice-presidente: Marcio Pedroso Fonseca Diretor Comercial: CIAN – Cia Indústria de Alimentos do Nordeste (Virginio Neto) Diretor Administrativo/Secretário: Olegário Souza Lima Diretor Financeiro: Jurgen Wolfgang Fleischer Diretor Patrimonial: Mara Vilela Dias (Luis Antonio da Silva Ferreira) Diretor Técnico: Gerson Rodrigues de Lima Diretor Social e Marketing: Catarina Noemi Kliemann Conselho Fiscal: Epaminondas de Andrade; Valdofredo Gonçalves de Paula e Sandoval Lobo Cardoso. Suplência Conselho Fiscal: Antonio Machado; Maria Elizabeth Pereira Dias (Doncelio) e Norberto Machado Salin.
http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/safra/2009/04/02/carnes+acnt+empossa+nova+diretoria+em+tocantins+5301914.html

Fazenda tocantinense é vencedora nacional do Prêmio MPE

“O negócio precisa dar mais que lucro. O lucro só se justifica, se a empresa traz benefícios para a sociedade e para os seus colaboradores”. É assim que o empresário e agropecuarista Epaminondas Andrade resume o sucesso nos negócios e foi com este pensamento que ele consagrou a Fazenda Vale do Boi como campeã nacional do Prêmio MPE Brasil de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas.

A premiação aconteceu em Brasília (DF), no último dia 23, e pela primeira vez uma fazenda do Tocantins ficou em primeiro lugar disputando com outras quatro empresas nacionais do ramo do agronegócio.  “Me gratifica muito este prêmio, porque foram avaliados vários itens, mostrando que o conjunto de ações trazem benefícios e resultados. Divido este prêmio com todos, entidades, clientes, colaboradores e fornecedores e espero que este reconhecimento traga mais destaque ao agronegócio tocantinense e que dê mais motivação aos nossos companheiros do campo”, relatou Andrade.

A Fazenda Vale do  Boi, localizada na cidade de Carmolândia, que fica a 20 quilômetros de Araguaína, na região Norte do Tocantins. O agropecuarista foi reconhecido entre os melhores do Brasil pelas boas práticas de gestão implementadas em seu negócio. “Que todos possam perceber que a organização, gestão, administração e gerenciamento podem trazer muitos resultados positivos e que estes benefícios atingem toda a coletividade. Não foi apenas a Fazenda Vale do Boi que ganhou, todo o agronegócio tocantinense foi reconhecido com este prêmio”, enfatizou Epaminondas Andrade, que também é membro da diretoria da Associação de Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT).

O prêmio MPE Brasil de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas visa incentivar o desenvolvimento e criação de ferramentas que possibilitem uma gestão empresarial de qualidade e que, por sua vez, estimulem a competitividade entre micros e pequenas empresas (MPEs).

O sistema de avaliação para a premiação engloba aspectos da gestão e resultados da empresa, estruturados em oito critérios: liderança, estratégia e planos, cliente, sociedade, informação e conhecimento, pessoas, processos e resultados, sob a forma de um instrumento adaptado às características das micro e pequenas empresas.

Fonte: Ascom ACNT

http://www.nelore.org.br/hgxpp001.aspx?2,1,129,O,P,0,PAG;CONC;3;25;D;10681;1;PAG;,