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Videos sobre a Fazenda Vale do Boi, seus produtos (reprodutores e matizes) e suas práticas de manejo e gestão.

veja mais em : http://www.youtube.com/valedoboibrasil

A santa água para o gado …

Revista DBO – Edição 465 – Julho de 2019

Demétrio Costa

Felizmente, não é um cenário comum, mas projetos pecuários que lidam com escassez de água são bom exemplo para despertar a atenção sobre a importância de fazer bom uso do recurso e, sobretudo, zelar por suas fontes. Quando comprou a Fazenda Vale do Boi, em Carmolândia, a 30 Km de Araguaína, TO, Epaminondas de Andrade não tinha problema nesta área. O padrão de chuvas era melhor que agora e o gado no sistema extensivo matava a sede nos córregos ou nas antigas cacimbas. Com a intensificação, tudo começou a mudar. Foi preciso levar água aos novos pastos, furar poço artesiano, mas logo poço passou a não dar conta e outras fontes também começaram a minguar. Há 10 anos, o respeitado selecionador de Nelore, hoje com 83 anos de vida, descobriu que precisava virar um produtor de água para sustentar o rebanho de 3 mil cabeças. O repórter Renato Villela foi até a Vale do Boi e conta, na matéria de capa, como Seu Epaminondas e o filho Ricardo domaram a situação com trabalho exemplar de preservação de nascentes.

Pecuaristas do Tocantins Aprovam Novo Defensivo Que Controla Plantas Daninhas Lenhosas e Semilenhosas

Nesta segunda, 10, o Giro do Boi levou ao ar uma edição especial de lançamento de uma tecnologia que irá ajudar os pecuaristas no combate das chamadas “pragas duras”, como são popularmente conhecidas as plantas daninhas lenhosas e semilenhosas.

Em um dos blocos dos especial, foram ao ar entrevistas feitas com dois produtores do estado do Tocantins, o pecuarista Ricardo José de Andrade, da Fazenda Vale do Boi, de Carmolândia-TO, e o pecuarista Wagner Martins Borges, da Fazenda Nova Guia, em Araguanã-TO, que também tem propriedade na região de Ananás-TO.

“Nós somos preocupados em trabalhar com produtividade, e produtividade passa por combater eventuais problemas e pragas que existem na propriedade. As plantas daninhas, principalmente de folhas largas, são um problema para a região. Ao longo do tempo a gente vem utilizando produtos que nos auxiliam a isso e a chegada de novas tecnologias vem ao encontro daquilo que a gente que precisa. O produto certo para tratar da praga que a gente quer combater”, afirmou Ricardo. “Hoje com essa tecnologia, de um produto que combate mais as pragas lenhosas, aí seria a cereja do bolo, porque elas são aquelas que tinham um combate com maior dificuldade, e hoje passamos a ter mais facilidade. Então esses novos produtos vêm ajudar a gente sensivelmente no trabalho do dia a dia da fazenda”, ressaltou.

Ricardo também destacou a sustentabilidade do produto, classificado como “faixa verde” pela Anvisa, (Agência Nacional de Vigilância Sanitária): das quatro faixas de classificação estabelecidas pela agência para produtos da categoria, a nova linha foi enquadrada no menor nível de impactos para os aplicadores e para o meio ambiente. “É tudo aquilo que a gente procura. Produtos que tragam benefício, uma melhoria da produtividade, sem agressão, porque hoje é a pauta, proteger o meio ambiente, e nossa preocupação também é não atrapalhar os nossos colaboradores. Isso faz parte do contexto, pensar em aumento de produtividade, que passa pela utilização das novas tecnologias, correção de solo, adubação, preocupação com os animais, com o meio ambiente, manejo racional, tudo isso é fundamental para ter uma pecuária lucrativa, competitiva. É tudo aquilo que meu pai sempre almejou, trabalhou e nós fazemos isso na Fazenda Vale do Boi”, disse o pecuarista em referência ao seu pai, Epaminondas de Andrade.

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Já Wagner Borges destacou o problema da competição das pastagens com as plantas daninhas. “A infestação das pragas daninhas é um problema sério, porque tem a competição com o capim. Quanto mais pragas daninhas, menos produtividade, que reflete em menos lucratividade. Para a gente é menos ganho de peso, menos lotação da pastagem. Isso é realmente um problema sério para a pastagem. E nossa região é mesmo propícia para o desenvolvimento de plantas daninhas, tem a questão da umidade, do tempo, é muito úmido e quente”, salientou.

Wagner listou ainda as plantas daninhas que mais infestam as suas pastagens. “Além das pragas moles, ainda tem as de folhas lisas, folhas largas, que são um problema sério. A gente não tinha ainda um produto específico para combater os cipós, as pragas mais duras. E agora com esse novo produto a gente tem esperança de ter um bom combate para estas pragas”, admitiu.

fonte: www.girodoboi.com.br/videos/pecuaristas-do-tocantins-aprovam-novo-defensivo-que-controla-plantas-daninhas-lenhosas-e-semilenhosas/

tv.uol/17OHG

Propriedade no norte do estado investe em sistema de abastecimento para o gado

Propriedade no norte do estado investe em sistema de abastecimento para o gado;

http://g1.globo.com/to/tocantins/jornal-do-campo/videos/v/propriedade-no-norte-do-estado-investe-em-sistema-de-abastecimento-para-o-gado-acompanhe/6266540/

https://globoplay.globo.com/v/6266540/

Assista #JornalDoCampoTO pelo #GloboPlay https://globoplay.globo.com/v/6266540/?utm_source=twitter&utm_medium=share-player-desktop

ABCZ-TV: Melhoramento genético Nelore no Tocantins

TV ABCZ 126

Trabalho moderno de gestão e o uso do PMGZ transformaram o rebanho Nolore da Fazenda Vale do Boi em um dos melhores do país. Os resultados foram mostrados na prática no dia de campo.

Veja a reportagem apresentado no Canal do Boi, Terra Viva e Canal Rural.

 

O ABCZ TV mostra hoje como a avaliação genética sustenta os resultados do rebanho zebuíno do Tocantins.

O acesso limitado a tecnologias não impediram o trabalho moderno de gestão e a evolução genética do rebanho da Fazenda Vale do Boi. O criador Epaminondas de Andrade usa o PMGZ (programa de melhoramento genético de zebuínos) a 31 anos.

Em 1.900 há são mantidas 1.000 matrizes registradas em regime total de pasto. Por ano são colocados no mercado cerca de 300 touros Nelore. A cada safra novos produtos são identificados pelo programa e se destacam no sumário da ABCZ.

“Você melhora as taxas de fertilidade do rebanho quando se tem este aparato na mão para pinçar os indivíduos portadores destas características.“ destaca Fernando Galvani, médico veterinário de Marabá no estado do Pará.

No topo do ranking, a marca VB da Vale, aparece com quatro animais entre os 20 melhores raçadores do Nelore. Imperador VB da Vale, terceiro colocado, produziu sêmen aos 18 meses e já desponta como principal pai da geração 2009.

“Com um trabalho correto, a chance de melhora no seu rebanho cresce, atingindo efetivamente os resultados expressados pelos IQGs e DEPs.” comenta Ricardo José de Andrade, zootecnista, gerente da fazenda Vale do Boi.

Dia de Campo

A densidade demográfica no Tocantins se assemelha a de regiões desérticas do planeta. Receber quase cem pessoas em um dia de campo foi um marco para o PMGZ e o promotor o evento.

“O PMGZ tem uma amplitude na comparação do rebanho, na aplicação dos meus touros nelore muito grande, maior que qualquer outro. Alguém disse agora pouco que o PMGZ é o maior programa de avaliação genética em gado de corte do mundo. Eu acredito que sim.” destaca Epaminondas de Andrade, pecuarista, proprietário da Fazenda Vale do Boi.

A contribuição mais valiosa de um reprodutor ao plantel vai muito além das primeiras contas que são feitas na relação de troca. Um animal melhorador leva no DNA os alicerces sólidos para construir um rebanho eficiente.

“O caminho é por ai. Quando agente consegue ver que as ferramentas teóricas do programa de melhoramento são utilizadas, agente vê na prática o resultado como agente viu aqui.“ salienta Lauro Fraga, gerente corte PMGZ.

http://www.youtube.com/embed/WlnSLagYcsg

433 – Fazenda Vale do Boi, vencedora do Prêmio Sebrae

Epaminondas de Andrade conta sobre os segredos de sua propriedade, vencedora do Prêmio Competitividade para Micro e Pequenas Empresas, do Sebrae.

A Fazenda Vale do Boi, localizada no município de Carmolândia no Tocantins, a mais de 30 anos produz e comercializa reprodutores e matrizes Nelore.

Capricho nas instalações da propriedade, seja nas casas dos funcionários ou nos piquetes, é visível. Tudo é uma organização só. O nelorista Epaminondas de Andrade é o responsável por isso e sabe da importância de ter uma empresa rural bem estruturada.

Agora todo este trabalho teve reconhecimento, a Fazenda Vale do Boi venceu a etapa nacional do Premio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas (MPE Brasil). A fazenda se destacou como um dos empreendimentos que apresentou as melhores práticas de gestão e o empresário Epaminondas foi reconhecido entre um dos melhores do Brasil durante as visitas técnicas do Sebrae a sua fazenda. Antes, a Fazenda Vale do Boi, havia vencido a etapa no estado do Tocantins. Mais de mil empresas participaram da etapa estadual em 2009.

“É muito gratificante, aos 73 anos de idade, com algumas décadas de trabalho, 40 anos como pecuarista selecionador de Nelore, receber um prêmio deste.” diz Epaminondas.

http://www.youtube.com/embed/7oBiiBCqPtY